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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Natal...
É Natal mais uma vez. Época feliz, de tirar as luzinhas da caixa, montar a árvore e colocar debaixo dela um monte de presentes (quanto mais, melhor, não?). Tempo de reuniões de família, confraternizações, amigos secretos... Momento em que Cristo é lembrado por alguns minutos (ao menos teoricamente) para ser novamente esquecido por longo tempo (em muitos casos, infelizmente). Em poucos lares Ele recebe as honras que merece (como você homenagearia o filho de um rei?). É certo que Ele não nasceu em dezembro, tudo originou-se da celebração ao “sol invictus”, mas, se Ele é (ao menos teoricamente, de novo) o motivo da festa, em que canto permanece durante ela? E ao longo do ano?
A verdade é que o dia 25 passará tão rapidamente quanto os demais e, o que mais importa, não é o que você faz com Ele ou Lhe dá neste dia, mas em todos os outros dias. Que tal ampliar a visão? Ver que o bebê da manjedoura cresceu e sacrificou-se por nós? Deixar de ver Jesus como o homem de olhos tristes do quadro da parede? Entender que o morto da cruz hoje vive e espera encontrar-se conosco um dia?
Cristo tem em sua vida o espaço que você lhe dá. Não restrinja a alegria do Natal a apenas um dia! Não pare para pensar nEle (e em seu relacionamento com Ele) somente um dia. Que Ele esteja presente em sua vida todos os dias, renovando a fé, o amor e a esperança. Sempre. Feliz Natal com Cristo!!
Simone Costa
domingo, 13 de dezembro de 2015
Aos formandos 2015!
Seis anos. Este foi o tempo que
lecionei para a maioria dos alunos do 3ºA; para outros, foram quatro ou cinco
anos. Tempo que passou voando...
Foram muitos bilhetes e “Já
terminou? Está conversando por quê?”, “Vire para a frente”, “Chega de
conversa”, “Olha a boca”, “Alguma dúvida? Alguém não entendeu alguma coisa?”.
Anos de verbos, advérbios,
preposições, conjunções, “oxítonas”, “paroxítonas”, “Lusiádas”, “É pra copiar,
professora?”, “Quantas linhas pula?”, “Pode fazer a lápis?”, “Posso ir ao
banheiro”...
Espero sinceramente que tenham
aprendido e crescido muito, não só em conhecimento e estatura, mas como
pessoas, seres humanos. Que as broncas tenham valido a pena. Que os trabalhos
tenham valido a pena. Que os projetos tenham valido a pena. Que os passeios,
especialmente a visita à Fundação Dorina Nowill, tenham valido a pena.
Contudo, não acabou. A batalha
continua. Vocês terminaram uma etapa; agora, começarão outra. Será uma nova
fase de mais responsabilidade, consciência, dedicação, crescimento e descobertas.
Momento de esquecer a “cola nossa de cada prova” e dedicar-se de verdade. Todos
estão preparados?
Não desistam de seus sonhos, não
parem de estudar, não desistam de aprender e, acima de tudo, respeitem as
pessoas e busquem caminhos retos. Que Deus os abençoe ricamente, guie cada um por
Seus caminhos e lhes dê graça e sabedoria para enfrentar as tempestades da
vida.
Profa. Simone
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Visita à Fundação Dorina Nowill
Ontem, como finalização do projeto "Incluir: responsabilidade de todos", participamos de uma visita à Fundação Dorina Nowill. Além de conhecermos a história da Sra. Dorina e da instituição criada por ela, vimos todo o processo de produção de livros em Braille e, o mais importante, vivenciamos um pouquinho das dificuldades que os deficientes visuais enfrentam no dia a dia. Muito bom como lição de vida!
A Fundação...
Mapa tátil
Feito pela Sra. Dorina
Busto de Louis Braille

A Fundação Dorina está aberta para visitação em boa parte do ano. Informe-se e agende uma visita. Vale muito a pena!!
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Projeto "Incluir: responsabilidade de todos"
Abaixo, os cartazes elaborados pelos alunos do 3ºA como parte do projeto "Incluir: responsabilidade de todos". O intuito era definir de forma simples cada deficiência, distúrbio ou transtorno e explicar como lidar e ajudar as pessoas que os possuem.
Os alunos realizaram pesquisas sobre as diferentes deficientes, alguns distúrbios e transtornos. Dois grupos também visitaram a AACD, a fim de conhecerem de perto as dificuldades e desafios enfrentados (e superados) pelos deficientes no dia a dia. Voltaram extremamente tocados. Colocar-se no lugar do outro (a famosa "empatia") é uma das melhores formas de conscientizar e aproximar as pessoas.
Cartazes de conscientização:
Este desenho, feito pelo aluno Jadiel, foi escolhido como logotipo da página Re(integrar), criada no Facebook como parte do projeto:
Tal projeto teve (e tem) como objetivo maior inibir ações de bullying ou práticas discriminatórias junto a pessoas de inclusão no ambiente escolar.


Que país é esse?
“Nas favelas, no senado / Sujeira pra todo lado / Ninguém respeita a constituição / Mas todos acreditam no futuro da nação.”
Essa música do Legião Urbana, há alguns anos um clássico entre muitos adolescentes e jovens, ainda hoje é entoada nos saraus e shows de escolas. Triste é ver que muitos dos que entoam essa canção a pleno pulmões são os mesmos que, descaradamente, levam bombas à escola, promovem quebra-quebra dentro e fora dela, colam nas provas, desrespeitam pais, professores, funcionários e regras, não gostam de estudar, não se interessam em ler, jogam lixo no chão (“tem faxineira para quê?”), espancam colegas e fazem tantas outras coisas e barbáries que nem é preciso descrever. Há os que se salvam? Sim, mas poucos, com certeza e infelizmente. O jeito brasileiro (e não dá mais para falar “jeitinho”) invadindo quase todos (?) os lares...
Que país é este? Que país é este?
SOS Mundo
Mães chorando por filhos vivos
Mães chorando por filhos mortos
mães matando filhos
filhos matando pais, tios, avôs, irmãos...
E gente morrendo
De todas as idades, de todas as maneiras,
Em todos os lugares
Zonas de guerra e de paz.
Morrem a moral, o respeito, a ética
a vergonha, a verdade, o certo e o errado.
Valores...
Morrem bichos, rios, florestas e mares
A natureza morre, é morta também.
Homem
Este mundo tem mais jeito não...
Mães chorando por filhos mortos
mães matando filhos
filhos matando pais, tios, avôs, irmãos...
E gente morrendo
De todas as idades, de todas as maneiras,
Em todos os lugares
Zonas de guerra e de paz.
Morrem a moral, o respeito, a ética
a vergonha, a verdade, o certo e o errado.
Valores...
Morrem bichos, rios, florestas e mares
A natureza morre, é morta também.
Homem
Este mundo tem mais jeito não...
domingo, 30 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
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